Uma ilha próxima ao Rio, o distrito pertencente à região administrativa do Centro, fica a apenas uma hora da cidade. A ilha foi ocupada pelos franceses ainda antes da fundação da cidade do Rio de Janeiro, assim Paquetá ganhou importância histórica, serviu como depósito de alimentos, tornou-se refúgio para Dom João VI e abrigou o patriarca da independência, José Bonifácio, cuja propriedade abrigará as instalações do futuro Museu de Comunicação e Alfândega.
Com suas casas centenárias, o transporte é feito por carroças motorizadas, bicicletas, triciclos e os chamados ecotáxis. Pouco mais de 4.500 pessoas vivem na ilha e algumas trabalham na cidade do Rio. A travessia entre o Rio e a ilha é feita por barcas saindo da Praça XV, levando cerca de 70 minutos para completar a travessia, proporcionando uma viagem ao início do século XIX com atmosfera bucólica que é um convite ao relaxamento.
Além dos passeios ao ar livre, Paquetá investe em atrações culturais para atrair novos visitantes, sem descuidar da atmosfera de cidade do interior. A Casa de Artes de Paquetá mantém uma exposição permanente com a história do lugar, desde a colonização, e também é um lugar bacana para ir com as crianças. Tem um bistrô charmoso, gazebo e um jardim que elas adoram.
O terminal aquaviário de Paquetá está localizado na Praça Pintor Pedro Bruno, na ilha de Paquetá. A travessia e os horários podem ser consultados no site da concessionária CCR Barcas.
Atenção! Antes de visitar o local, consulte o site oficial e/ou redes sociais da atração turística para verificar horários de funcionamento e bilheterias.
Fonte: Riotour



