Sérgio Mendes died at the age of 83 in Los Angeles, United States, where he had lived since the 1960s. The death was confirmed by the pianist’s family, and according to a post on Instagram by former record label head and friend Herb Alpert, Sérgio was battling complications from long COVID.
Nascido em Niterói (RJ) em 11 de setembro de 1941, ele se mudou para os Estados Unidos em 1964. Nenhum outro artista brasileiro teve tanto sucesso nas paradas americanas quanto ele. Ao todo, o pianista teve 14 músicas no top 100 americano, quatro de
delas nos anos 80 e dez nos anos 60.
Ele colaborou com grandes ícones do jazz (Herb Alpert, Cannonball Adderley), com artistas pop americanos (Stevie Wonder, Justin Timberlake, Black Eyed Peas, John Legend) e da MPB (João Donato, Hermeto Pascoal).
Em 1966, ele lançou sua gravação mais conhecida: “Mas que nada”, de Jorge Benjor, em versão bossa nova. Em 2006, a música foi remixada pelo Black Eyed Peas com a participação do próprio Sérgio.
Em uma carreira de 60 anos com 35 álbuns lançados, Mendes ganhou um Grammy e foi indicado ao Oscar em 2012 pela música “Real in Rio”, trilha sonora da animação “Rio”, feita em parceria com Carlinhos Brown.
Seu álbum mais recente foi “In the Key of Joy”, lançado em 2020, criado a partir de colaborações com outros artistas como João Donato, Hermeto Pascoal e Guinga. No mesmo ano, ele foi também tema de um documentário: “Sérgio Mendes: In the Key of Joy”.
As apresentações finais de Mendes ocorreram em novembro de 2023, durante uma série de shows em Paris, Londres e Barcelona.
Ele deixa a esposa, Gracinha Leporace, dois filhos, Tiago e Gustavo; três filhos do primeiro casamento, Bernardo, Rodrigo e Isabella; e sete netos.
Fonte: Billboard e G1


