O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, sancionou em novembro uma lei que torna o ‘Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas’ um patrimônio Histórico, Turístico, Cultural e Gastronômico do Estado do Rio.
O projeto, de autoria da deputada estadual Tia Ju, foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
Mais conhecida pelos cariocas como ‘Feira de São Cristóvão’ (Feira Nordestina de São Cristóvão), o pavilhão está localizado no norte da capital fluminense e já era reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
Com 37 mil metros quadrados, a feira reúne opções de gastronomia nordestina, literatura de cordel, produtos típicos da região, artesanato e vestuário, além de shows de ritmos nordestinos e nortistas. Além da tradição nordestina, a feira também é famosa pela forte presença de bares de karaokê.
O início
“O início das atividades da Feira de São Cristóvão remonta a 1945, quando o cordelista Raimundo Santa Helena leu, em 18 de setembro de 1945, no Campo de São Cristóvão, um cordel que havia feito sobre o fim da Segunda Guerra Mundial. E então, a partir dessa leitura, começou a surgir um movimento de pessoas interessadas em ouvir e vender literatura de cordel. Assim, a feira teria nascido dessa iniciativa.
Existe outra versão histórica que defende que a feira surgiu ao longo da década de 1940 como resultado de um movimento de nordestinos que desembarcavam e acampavam à espera de um lugar para morar ou de um emprego.
Fonte: Agência Brasil



