O Google retirou um aplicativo de jogo que permitia aos jogadores comprar, vender e torturar “escravos” virtuais negros após uma indignação racista no Brasil.
Batizado de “Slavery Simulator”, o jogo em português permitia que os jogadores negociassem escravos e estratégias para impedir a abolição da escravidão a fim de acumular riquezas virtuais.
O Ministério Público disse que abriu uma investigação por “discurso de ódio” relacionada ao jogo baixado por centenas de pessoas.
O próprio app vinha com um aviso condenando “todos os tipos de escravidão” e insistindo que o jogo era “exclusivamente para fins de entretenimento”.
O Google retirou um aplicativo de jogo que permitia aos jogadores comprar, vender e torturar “escravos” virtuais negros após uma indignação racista no Brasil.
Batizado de “Slavery Simulator”, o jogo em português permitia que os jogadores negociassem escravos e elaborassem estratégias para impedir a abolição da escravidão a fim de acumular riquezas virtuais.
O Ministério Público disse que abriu uma investigação por “discurso de ódio” relacionada ao jogo baixado por centenas de pessoas.
O próprio app vinha com um aviso condenando “todos os tipos de escravidão” e insistindo que o jogo era “exclusivamente para fins de entretenimento”.
Após retirar o app de sua Play Store, o Google disse em um comunicado que “aplicativos que promovam violência ou ódio contra grupos de pessoas ou indivíduos por causa da cor da pele ou origem étnica” não seriam permitidos em sua plataforma.
A empresa convidou os usuários a denunciarem conteúdo ofensivo.
O ministério da igualdade racial do Brasil disse que pediu ao Google para implementar medidas “para filtrar conteúdo contendo discurso de ódio, intolerância e racismo” e “para impedir que se espalhe tão facilmente, sem moderação”.
O racismo ainda é um problema no Brasil, o último país das Américas a abolir a escravidão, em 1888. Mais de 56 por cento da população é afro-brasileira.
Source: AP



