Você provavelmente usa um monte de expressões, expressões idiomáticas e frases de gíria todos os dias que não fazem sentido ao pé da letra. Se você já pensou muito sobre por que diz algo de um jeito específico, provavelmente poderia arriscar um palpite. No entanto, algumas expressões em inglês são tão peculiares que é impossível adivinhar de onde diabos elas vieram — a menos que você conheça a história. Caso não soubesse, eventos históricos, lendas, figuras importantes, religião e até anúncios formam a base de muitas expressões usadas hoje. Aqui estão as origens de alguns dos idioms mais interessantes!
Bite the Bullet
Significado: Aceitar algo difícil ou desagradável.
Origem: Nos velhos tempos, quando os médicos estavam sem anestesia ou sem tempo durante uma batalha, pediam ao paciente para morder uma bala e assim distrair da dor. O primeiro uso registrado da frase foi em 1891 em The Light that Failed.
Break the Ice
Significado: Romper um conflito ou iniciar uma amizade.
Origem: Quando o transporte rodoviário ainda não era desenvolvido, os navios eram o único meio de transporte e comércio. Às vezes, os navios ficavam presos no inverno por causa da formação de gelo. O país receptor enviava pequenos navios para “quebrar o gelo” e abrir caminho para os navios de comércio. Esse gesto demonstrava afiliação e entendimento entre dois territórios.
Butter Someone Up
Significado: Elogiar ou bajular alguém excessivamente.
Origem: Isso era um costume religioso na Índia antiga. Os devotos jogavam bolas de manteiga nas estátuas de seus deuses para buscar favor e perdão.
Mad as a Hatter
Significado: Estar completamente louco.
Origem: Não, você não sabia disso de antemão, porque não se originou de Alice in Wonderland, de Lewis Caroll. Suas origens datam dos séculos XVII e XVIII — bem antes da publicação do livro de Lewis Caroll. Na França do século XVII, houve casos de envenenamento entre os fabricantes de chapéus que usavam mercúrio para o feltro dos chapéus. A “Mad Hatter Disease” era caracterizada por timidez, irritabilidade e tremores que faziam a pessoa parecer “louca.”
VIVIANE FAVER
Jornalista
vfaver@gmail.com



