O governo brasileiro estabeleceu uma nova política chamada Política Nacional para a Gestão Turística dos Sítios do Patrimônio Mundial Cultural e Natural. O decreto faz parte de uma série de medidas que o ministério está adotando com o objetivo de melhorar o ambiente de negócios para o setor de turismo e aumentar as oportunidades de investimentos no Brasil. A proposta está alinhada ao Plano Nacional de Turismo 2018-2022, que definiu como uma de suas estratégias a meta “promover o valor do patrimônio cultural e natural para o turismo”.
O anúncio é resultado de uma parceria entre o Ministério do Turismo e os Ministérios da Cidadania, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Regional, com o apoio do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O objetivo da nova política é ajudar a manter, desenvolver novos programas, organizar projetos e promover os segmentos turísticos relacionados aos Sítios do Patrimônio Mundial Cultural e Natural no Brasil. O Brasil possui 21 Sítios do Patrimônio Mundial reconhecidos pela UNESCO. Esses sítios são divididos entre Sítios do Patrimônio Mundial Cultural e Natural.
“Essa iniciativa representa um marco na valorização e preservação do nosso patrimônio natural e cultural. Estamos em oitavo lugar entre os países com atrações culturais no mundo e precisamos saber aproveitar melhor nosso potencial para atrair cada vez mais visitantes estrangeiros e também incentivar mais brasileiros a conhecerem a beleza do nosso próprio país”, disse o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.
Alguns desses sítios naturais e culturais são:
• Centro Histórico de Salvador da Bahia
• Ilhas Atlânticas Brasileiras: Reservas de Fernando de Noronha e do Atol das Rocas
• Parque Nacional do Iguaçu
• Conjunto de Áreas Protegidas da Amazônia Central
• Rio de Janeiro: Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar
• Área de Conservação do Pantanal
• Cidade Histórica de Ouro Preto



