Macapá também é conhecida como a Capital do Meio do Mundo por ser a única cidade brasileira cortada pela linha do Equador. De lá, é possível observar os equinócios de primavera (março) e outono (setembro), quando dias e noites têm a mesma duração.
Abençoada por sua localização estratégica, banhada pelo rio Amazonas, a capital do Amapá esconde um tesouro de arquitetura militar do século XVIII: a Fortaleza de São José de Macapá, construída para defender o território brasileiro durante a colonização portuguesa da Amazônia.
O passeio de barco pelo rio Amazonas é o mais clássico e tradicional de ecoturismo em Macapá. Curiosidade: na época de cheia, o rio Amazonas é ótimo para a prática de esportes aquáticos. De barco, também é possível visitar a Ilha do Marajó, Belém e Santarém.

Entre os pontos turísticos na área urbana, destaca-se o Parque do Meio do Mundo, com diversas atividades; o Cais de Eliezer Levy, onde costumavam atracar os barcos que chegavam a Macapá; o Complexo da Marca Zero, uma atração turística gratuita a 2 km do centro da cidade que inclui o Monumento da Marca Zero, o Estádio Zerão e o sambódromo, onde, durante o Carnaval, as escolas de samba desfilam com energia e colorido, com carros alegóricos e dançarinos.
Macapá é uma mistura de culturas. O rufar dos tambores e a dança do marabaixo, uma espécie de coreografia improvisada que dura vários dias e noites, ecoam o sofrimento dos escravos que ajudaram a construir a cidade. A comunidade quilombola de Curiau, a 12 km de Macapá, preserva sua cultura quase intacta, cercada pela floresta verde.
A gastronomia do Amapá está intimamente ligada aos primeiros habitantes nativos brasileiros da região. Os pratos feitos com produtos e temperos amazônicos, como a gurujiba — um peixe abundante na região —, camarão cozido no vapor e vatapá, deliciam moradores do estado e turistas.
Fonte: www.visitbrasil.com



