O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, foi reconhecido como o Melhor Edifício Verde Inovador do planeta durante os Prêmios MIPIM. O prêmio é concedido durante a mais importante exposição do setor imobiliário do mundo, que acontece na cidade de Cannes (França).
O museu derrotou importantes marcos como o edifício 119 Ebury Street em Londres, o edifício da sede da Siemens em Munique e a Usina CHP Bioenergia Värtan em Estocolmo.
Para o ministro do Turismo, Marx Beltrão, o prêmio consolida um modelo vencedor para o uso de espaços urbanos. “O Museu é um importante exemplo para o setor de turismo do Brasil, tanto em relação à sustentabilidade quanto para a criação de atrações que possam aumentar o fluxo de visitantes para destinos nacionais”, disse ele.
Cartão Postal Sustentável
Inaugurado em 2015 no Pier Mauá, o Museu do Amanhã já recebeu 1,5 milhão de visitantes (média de 5 mil por dia) e entrou na lista dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro.
O edifício também se destaca por suas iniciativas de sustentabilidade, como seu sistema de captação de energia solar (usa painéis semelhantes a barbatanas que seguem o sol ao longo do dia) e o uso das águas geladas do fundo da Baía de Guanabara para alimentar seu sistema de ar-condicionado.
O museu ocupa uma área de 15.000 metros quadrados e é resultado de R$ 250 milhões em investimentos, realizados em parceria entre a prefeitura do Rio de Janeiro e a Fundação Roberto Marinho, com patrocínio do Banco Santander.
O secretário-geral da Fundação, Hugo Barreto, participou da cerimônia de premiação e agradeceu ao Sr. Beltrão pelo apoio do Ministério à candidatura do museu.
O Ministério do Turismo também teve seu estande próprio durante o MIPIM, onde distribuiu materiais e exibiu um vídeo sobre o museu. As iniciativas sustentáveis do Museu do Amanhã devem economizar 9,6 milhões de litros de água e 2.400 megawatts-hora de eletricidade por ano.
Fonte: Ministério do Turismo


