17 de abril de 2026 Um Jornal Bilíngue

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Protegendo Material Nuclear Utilizado para Fins Pacíficos – The Brasilians

Na primeira conferência de revisão da Emenda à Convenção sobre a Proteção Física de Material Nuclear (A/CPPNM), de 28 de março a 1º de abril, em Viena, os Estados Unidos e outras partes trabalhavam para reduzir riscos de delitos relacionados a material nuclear e instalações usados para fins pacíficos, como roubo, contrabando ou sabotagem.

A subsecretária de Estado dos EUA para Controle de Armas e Segurança Internacional Bonnie Jenkins disse à conferência em 28 de março que, à medida que a necessidade de energia nuclear e tecnologia continua a acelerar, as nações devem estar atentas aos desafios em evolução que ameaçam a segurança de materiais nucleares e instalações.

“Estamos aqui hoje porque reconhecemos que todos os Estados se beneficiam de uma forte segurança nuclear global, porque um ato de terrorismo nuclear em qualquer lugar terá graves consequências para todos”, disse Jenkins. “Nossa missão aqui esta semana é crítica e relevante.”

Fortalecendo a Segurança Nuclear

A Subsecretária de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional Bonnie Jenkins fala na primeira Conferência das Partes à Emenda à Convenção sobre a Proteção Física de Material Nuclear, em 28 de março. (USUNVIE)

A A/CPPNM exige que as partes estabeleçam padrões para proteger material nuclear. A convenção original entrou em vigor em 1987 e tratava da proteção de material nuclear civil durante o transporte internacional. A emenda de 2005 ampliou o escopo da convenção para cobrir a proteção física de instalações nucleares e material nuclear em uso doméstico, armazenamento e transporte, e ampliou a lista de delitos que as partes devem criminalizar, incluindo contrabando e sabotagem.

Na conferência de revisão da A/CPPNM em Viena, as partes estão compartilhando melhores práticas, lições aprendidas e desafios na proteção de material nuclear civil. A CPPNM tem 164 partes e 129 delas são partes da emenda, com o Brasil sendo o mais recente a ratificar.

Em 8 de maio de 2021, no quinto aniversário da entrada em vigor da emenda, o Diretor-Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) Rafael Mariano Grossi pediu que mais países se tornem partes da convenção, dizendo que a adesão universal harmonizaria abordagens para prevenir o manuseio não autorizado de material nuclear.

“A Convenção e sua Emenda desempenham um papel crítico em garantir que o material nuclear usado para fins pacíficos não caia nas mãos de pessoas que possam querer usá-lo indevidamente”, disse ele.

O Representante Residente da Tailândia na AIEA, Embaixador Morakot Sriswasdi, disse na declaração da AIEA que a A/CPPNM ajudou a Tailândia a fortalecer suas medidas de segurança nuclear. “Tornar-se Estado Parte da Convenção e de sua Emenda permite que a Tailândia fomente a cooperação e expanda o acesso à tecnologia nuclear e suas aplicações pacíficas”, disse Sriswasdi.

Fonte: share.america.gov


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